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Opinião. O caso das filas de espera no INSS e a reposta do governo

Opinião. O caso das filas de espera no INSS e a reposta do governo


14/01/2020

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É muito triste o tratamento que o INSS vem dando, aos milhões de trabalhadores brasileiros, que ingressam nesta autarquia em busca de seus , de seus benefícios, depois de anos e mais anos de trabalho. Antigamente os pedidos eram analisados em menos de dois meses, hoje passa em alguns casos de mais de um ano. Além de ser ante- constitucional, é torturante para pessoas que na  maioria das vezes, tem mais de 60 anos, e ficam numa espera interminável.

 As filas saíram das agencias, e agora foram para a Internet. Sim, agora são filas online. Os motivos podem ser traduzidos, pela incompetência do órgão, em gerenciar algo tão importante e vital, para milhões de pessoas no Brasil inteiro. Há anos que o INSS, não realiza concursos públicos para dinamizar os serviços do órgão. Há menos de dois anos atrás, mais de 6 mil trabalhadores se aposentaram, e o governo nada fez, ou governos, nada fizeram para repor este contingente de trabalhadores que deixaram os postos de serviços. Mesmo com o Alerta do Ministério Publico Federal, nada foi feito. Tá n hora do MPF provocar de novo, uma ação junto ao STF, para não deixar este sofrimento inconcebível, de mais de 1 milhão e 900 mil, trabalhadores e trabalhadores, que esperam por mais de um ano, os resultados dos pedidos de analises, de benefícios para saber se tem, ou não direito ao que estão pleiteando junto a esta autarquia....

O governo pretende anunciar nesta quarta-feira (15) medidas para diminuir a fila de espera por benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), disse hoje (13) o secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho. Ele não adiantou detalhes, mas disse que as ações envolvem mudanças de verbas ou alterações na organização do órgão. “Estamos validando as propostas internamente, e quarta-feira a gente conversa. Isso envolve orçamento, estrutura organizacional e a gente precisa ter responsabilidade. Estamos buscando respaldo técnico e jurídico”, disse. Marinho e os outros secretários especiais do Ministério da Economia participaram da primeira reunião do ano com o ministro Paulo Guedes, para definirem as prioridades da pasta para 2020.

Por Raimundo Rui